sexta-feira, outubro 30, 2009

Livro 10 anos de Especiais – lançamento na Feira



Nesse domingo (1º de novembro), na Feira, será lançado um livro, em que há um texto meu: Núcleo de Especiais RBS TV – Ficção e Documentário Regional. O meu texto é "Contando Histórias na Televisão", em que falo a partir da minha experiência como roteirista e diretora.

O lançamento será às 17h30min, na Feira do Livro de Porto Alegre, pela Livraria Sulina.

O livro, que é de autoria das pesquisadoras Elizabeth Bastos Duarte, Maria Lília Dias de Castro e Ana Cristina Machado da Silveira, tem textos de Alice Urbim, Gilberto Perin, Raul Costa Jr., Carlos Gerbase, Jorge Furtado, Alfredo Barros, Fabiano de Souza, Bernardo Zortea, Camila Gonzatto, Eduardo Muniz, Cristina Gomes e Marta Biavaschi.

terça-feira, outubro 27, 2009

Avião Vermelho no Dia da Animação




O projeto As Aventuras do Avião Vermelho participa das ações comemorativas do Dia da Animação. Na quarta-feira, dia 28 de outubro, em Porto Alegre, estaremos expondo, no Vestíbulo Nobre do Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa, estudos e esboços do processo de criação dos personagens, dos cenários e das animações. O espaço estará aberto para visitação a partir das 18 horas. Às 19h30, haverá a Mostra Oficial do Dia da Animação, com filmes nacionais e estrangeiros, também na Assembléia.

As Aventuras do Avião Vermelho é um longa-metragem de animação que está em fase de produção. Baseado no livro homônimo de Erico Verissimo, o filme fala sobre a importância da imaginação. É através dela que o personagem principal – Fernandinho, um menino de 8 anos – viaja pelo mundo, supera seus medos e faz descobertas que marcarão sua vida para sempre.

Mais informações sobre o filme, estão aqui.

domingo, outubro 25, 2009

Bichanos

Fazia tempo que eu não postava fotos dos gatos. Então, só para não perder o costume:



segunda-feira, outubro 19, 2009

Lenora de Barros no Som e Sentido

Nessa terça, dia 20, acontece uma edição especial do Som e Sentido (PPGL/PUCRS), com a presença da co-curadora da Radiovisual da 7ª Bienal do Mercosul, Lenora de Barros.

Lenora atua ativamente no campo artístico desde a década de 1970. Formada em Linguística pela USP, a artista começou produzindo poesias visuais, que logo passaram a ser expressas unicamente em imagens. A partir de então, Lenora começou a construir um caminho em que usa diferentes linguagens.

É na arena do prédio 8 da PUCRS, às 18:45.

Mais informações aqui.

domingo, outubro 18, 2009

Um pouco de Bienal

No sábado de tarde, visitei as exposições do Cais do Porto da Bienal. Abaixo, registros do que achei mais legal (não necessariamente nessa ordem):






Instalação sonora Hoffmann's House, do trio José Pablo Díaz, Rodrigo Vergara e Carlos Cabezas



Vista de um dos pavilhões da mostra.




Trabalho de Daniel Sierra.




Parte do pavilhão da Mostra Absurdo. A areia faz parte da museografia. Num primeiro momento achei bem invasivo. Para pensar...




Trabalho de Daniel Acosta, na Praça da Alfândega, em frente ao Santander Cultural.




Trabalho de Daniele Buetti, talvez um dos mais urbano do Cais.




Instalação sonora do Chelpa Ferro. Gosto muito dos trabalhos deles.


Tem ainda um vídeo em stop-motion, que fica no segundo andar de uma casinha, no Pavilhão da Mostra Absurdo, que gostei bastante, mas não registrei.

Vou tentar ver MARGS e Santander logo, porque depois que abrir a Feira, vai virar uma loucura.

quarta-feira, outubro 14, 2009

O caderno vermelho



Vi O Caderno Vermelho, do Paul Auster, na livraria dia desses antes do feriado e prontamente comprei. Achei que o livro teria alguma coisa a ver com a trilogia de Nova York, que eu gosto muito. Foi um certo fetichismo em torno da tal caderneta que é bem importante na trilogia. O Caderno, na verdade, traz histórias de coicindências, que teoricamente partem da realidade de Auster. Apenas um texto fala na trilogia e não nada a ver com o objeto. De qualquer maneira, é um livro gostoso, anedótico, com diversão garantida.

terça-feira, outubro 06, 2009

Som e Sentido – Leminski

Hoje tem Som e Sentido na PUC, com obras do poeta curitibano Paulo Leminski.



Saiba mais informações aqui.

segunda-feira, outubro 05, 2009

pata pata pata
da gata
a gata é uma pata?
não é uma gata

domingo, outubro 04, 2009

quinta-feira, outubro 01, 2009

Amor


Discutir as possibilidades do amor na contemporaneidade a partir da literatura e do cinema é o objetivo do ciclo de palestras Amor na Contemporaneidade: A Fragilidade dos Laços Humanos.

Nos meses de outubro e novembro de 2009, um professor e um aluno do curso de pós-graduação em Letras da PUCRS se encarregam de propor a discussão a partir de livros e filmes previamente escolhidos.

Os encontros iniciam a partir da próxima sexta, dia 2. Confira a programação:

02/10
Livro "Primeiro Amor", de Samuel Beckett (Profa. Dra. Ana Mello/PUCRS)
Filme "Encontros e Desencontros" (Camila Gonzatto/Mestranda PUCRS)

23/10
Livro "Almoço Nu", de William Burroughs (Maurício Krebs/Mestrando PUCRS)
Filme "Crash" (Profa.Dra. Rosangela Fachel)

06/11
O Amor em Drummond (Prof. Dr. Antônio Sanseverino/UFRGS)
Filme "Não Amarás" (Vinícius Carneiro/Mestrando PUCRS)

20/11
Livro "Amor Líquido", de Zygmunt Bauman (Prof.Dr. Ricardo Barberena/PUCRS)
Filme "O Homem que amava as Mulheres" (Marcelo Noah/Mestrando PUCRS)

O evento será realizado na Arena, prédio 8, PUCRS, às 18h, com entrada gratuita.

Na terça-feira anterior aos debates, será exibido o filme da semana, na sala 305, das 17h30 às 19h20.

O evento é realizado pelo grupo de pesquisa Paisagens Identitárias na Contemporaneidade, da linha Teorias do Imaginário, que tem coordenação do Prof. Dr. Ricardo Barberena e a participação dos alunos: Camila Gonzatto, Camila Leão, Estevan Ketzer, Guilherme Zubaran de Azevedo, Julio Dominguez Aguilar, Marcelo Noah, Maurício Krebs, Pedro Mandagará e Vinícius Carneiro.

Mais informações, acompanhe o blog: http://fragmentosdesentido-pucrs.blogspot.com/

sábado, setembro 19, 2009

Torreão

Hoje, abre a última intervenção no Torreão. Não tem como não sentir saudades antecipadas de tocar a campainha e recolher a chave jogada, com uma cordinha, da janela do segundo andar. Abrir a porta e subir as escadas sempre foi, para mim, uma metáfora de abrir-se para a experiência.

O Torreão foi e tem sido importantíssimo para a minha formação em artes. Foi ali que dei os primeiros passos, quando estava fazendo a minha monografia que analisava o uso de meios publicitários pela Jenny Holzer. Depois, disso, não larguei mais. Sempre foi uma aluna irregular, fazia um semestre, não fazia no outro, voltava no ano seguinte. E assim foi desde 2001. Mas estar lá era sempre uma alegria. As aulas do Jailton, as conversas com a Elida, as trocas com os colegas, são os pontos fortes dessa convivência, que vai continuar povoando o meu imaginário e acontecendo na prática em outro lugar (o Jailton vai continuar com as aulas e as orientações, ainda bem!).

O Torreão fecha, mas acredito que a conversa continue. Temos muito ainda que ouvir e que falar e que abrir de horizontes, principalmente quando se trata de um campo tão plural e criativo, quanto o das artes. E, principalmente, quando se tem ao lado pessoas tão especiais.

No ano passado, o Torreão fez 15 anos e eu fiz uma entrevista longa com o Jailton e a Elida. Quem quiser ler, é só clicar aqui.

Colo aqui a notinha que a Luísa, escreveu para o site da Fundação Iberê Camargo sobre a intervenção do Martin Streibel, nosso colega, que abre hoje:

"18.09.2009
Última intervenção

O Torreão, espaço de arte independente de Porto Alegre, dá início a sua última intervenção. Matéria Plástica, do artista e fotógrafo Martin Streibel, entre em cartaz neste sábado, dia 19, às 18h, marcando o encerramento das atividades no espaço.

“Não estamos morrendo de velhos. Estamos morrendo de acidente”, brinca Jailton Moreira, que, junto de Élida Tessler, coordena o espaço. Isto porque, depois de mais de 15 anos de atividades, o Torreão terá de fechar suas portas devido à solicitação dos proprietários do imóvel, que não desejam mais alugar o espaço – um andar e a torre de uma antiga residência no tradicional bairro do Bonfim.

O clima, porém, não é de nostalgia. “Se, em parte, a notícia nos entristece, temos um super orgulho de nosso feito”, destaca Jailton, referindo-se à formação de um espaço de constante discussão e experimentação artística. Além de encontros teóricos semanais, o Torreão abrigou os ateliês dos dois artistas proprietários e um total de 88 intervenções, feitas por artistas – alunos ou não – advindos dos mais variados meios. “Temos 88 versões documentadas sobre este espaço. São dois infinitos de pé”, reflete.

A intervenção de Martin Streibel fecha este ciclo. Ex-aluno doTorreão, o artista trabalha com fotografia e pintura, e por isso foi desafiado a criar uma intervenção no local. “Ele não tinha uma trajetória tridimensional, mas sabíamos que poderia responder a esta provocação”, acredita Jailton.

Matéria Plástica fica em cartaz até 8 de outubro. Depois disto, Jailton e Élida – que, atualmente, cursa pós-doutorado em Paris –, irão decidir de que forma continuarão atuando no universo das artes. O que está definido, até agora, é que os encontros semanais de discussão e as orientações para pequenos grupos de artistas continuam. “Só temos planos de não repetir o Torreão. Foi uma experiência que teve uma personalidade muito marcada. Qualquer tentativa de fazer igual seria muito nostálgica – e nenhum de nós dois tem vocação para isto”, enfatiza Jailton.

O Torreão fica na rua Santa Terezinha, 79."

sexta-feira, setembro 18, 2009

Tratado de Liligrafia amanhã




Pra quem tem filho pequeno, sobrinho, primo, afilhado... a dica para esse sábado é o CINEMINHA NA LEZANFAN!

Vai passar o curta metragem TRATADO DE LILIGRAFIA, que tem 13 minutos e é baseado em textos de Mario Quintana. O filme conta a história de Lili, uma menina que vai passar o final de semana com seu avô. Ele prepara uma divertida brincadeira: ela deve achar um tesouro escondido em algum lugar da casa. As pistas estão contidas nos poemas de Mario Quintana. Com a ajuda do avô e da cozinheira Hortênsia, Lili irá encontrar o tesouro e mergulhar no universo do poeta, descobrindo um mundo de sonhos e fantasias. TRATADO DE LILIGRAFIA tem direção de Frederico Pinto, roteiro de Camila Gonzatto, Ivana Verle e Frederico Pinto e produção da Armazém de Imagens e da Okna Produções.

O local da exibição é a loja infantil Lezanfan (Rua Barão de Santo Ângelo, 174 - Moinhos de Vento). A primeira sessão será às 14h e a cada 30 minutos se repetirá, até as 17h. Será uma tarde mágica, repleta de brincadeiras, pipoca e diversão para toda a família, com entrada franca!

Venha prestigiar!

O QUE? 1ª SESSÃO DE CINEMINHA na Lezanfan
QUANDO? Sábado, 19 de setembro
QUE HORAS? A primeira sessão será às 14h e a cada 30 minutos se repetirá, até as 17h
MAS ONDE MESMO? Na Lezanfan, Rua Barão de Santo Ângelo, 174 – bairro Moinhos de Vento

Fotos de divulgação: Flávio Dutra

segunda-feira, setembro 14, 2009

positivo ou negativo?



Cartaz que pode ser visto na exposição Sinais de Fumaça, no CCSP. A exposição tem curadoria de Carla Zaccagnini, Fernanda Albuquerque e Sylvie Boulanger e está bem bacana. Vale a pena olhar com calma, porque como são publicações de artistas tem que ter um tempinho para ler.

sexta-feira, setembro 04, 2009

Gatitos

Fotos dos gatos no inverno, que acabou de acabar (será?):


Bô vendo um mundo por outro ângulo.




Nikita adora se aconchegar num cobertor.




Nikita com roupa cirúrgica, depois da castração.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Cuide de Você





Na semana passada, fui para São Paulo para a Mostra Internacional de Curtas, porque o meu vídeo do Philip Glass estava passando e eu queria assisti-lo numa sessão no Festival. Aproveitei para ver a exposição Cuide de Você, de Sophie Calle. Estava a fim de ver algum trabalho dela ao vivo, desde que o Jailton me mostrou alguns catálogos dela no Torreão.

Nunca tinha ido no Sesc Pompéia, um espaço bem legal, projetado pela Lina Bo Bardi. A exposição de Sophie Calle ocupa uma galeria. Não é um espaço muito grande, mas dá conta do recado. A história da exposição é simples: a artista recebeu um e-mail do namorado Grégoire Bouillier rompendo a relação. O e-mail acabava com um Cuide de Você. Sem saber como lidar com a situação, Sophie Calle decidiu levar a cabo a recomendação e chamou 107 mulheres para responder ao e-mail, cada qual dentro de sua profissão. As respostas são as mais variadas, todas acompanhadas de fotos belíssimas das mulheres. Há também respostas em vídeos – alguns muito simples, mas sempre muito bonitos. A exposição começou a me incomodar quando vi que as respostas eram quase um uníssono. Praticamente todas as releituras da carta, num certo sentido, estavam “do lado” de Sophie.

Não gostaria de entrar no mérito estético nem artístico da exposição. Ambos são inquestionáveis. Visitar a exposição é uma experiência intensa e prazerosa. Mas, para mim, o que mais pegou foi o fato da artista ter feito um circo um pouco grande demais para um evento íntimo. Um dos trabalhos é um vídeo com uma especialista em relações familiares. Nele, Sophie ocupa uma cadeira e a outra, destinada a Grégoire, é ocupada pela carta de ruptura. Para mim, este trabalho é a chave interpretativa da exposição, se é que exposições estão aí para serem interpretadas. Sophie diz para a terapeuta que nunca teve prazer com namorado, porque sempre teve medo de que fosse a última vez, entre outras declarações que nos dão pistas de que talvez nenhum dos dois tenha razão. Pista óbvia quando se trata de relacionamento. Ao mesmo tempo em que Grégoire é acusado de que não soube amar Sophie, a artista admite que não soube lidar com a situação do rompimento.

Saí da exposição pensando nessas coisas e de como deve ter sido para ele essa situação. De uma hora para outra o sujeito é “quase” impedido de acabar um relacionamento. Fiquei questionando se o cuidar-se também não implica o cuidar do outro. E, também se não seria um exagero extrapolar dessa forma os limites entre o público e o privado, apesar do cunho artístico e já ficcional da proposta. Sobre isso achei uma frase que Grégoire disse na FLIP e que achei bem simpática, independente de ser uma sentença verdadeira ou uma simples frase de efeito: “a arte nunca é sobre o público ou o privado. A arte é sempre sobre a interioridade de um sujeito”. De qualquer maneira, acho que eu teria gostado mais da exposição se eu não soubesse se era fato ou ficção, como outros trabalhos da artista. Ao saber sobre a realidade dos acontecimentos, o trabalho ganha um caráter de novelesco demais.

Chegando em Porto Alegre, encomendei o livro de Grégoire, O convidado surpresa, que conta como ele conheceu Sophie Calle em uma de suas festas de aniversário. Achei boa literatura, apesar de o texto ser um pouco verborrágico demais, e vi nele uma concretização da afirmação acima do escritor. Para mim o ciclo que a exposição abriu, só fechou depois que li o livro – os dois acabaram constituindo-se no mesmo trabalho.

sexta-feira, julho 03, 2009

mapas




Eu adoro mapas. A primeira coisa que faço quando chego numa cidade que não conheço é conseguir um. O mapa serve para se achar e se perder. Às vezes, depois de dar uma olhada, não chego a abri-lo mais. Esses dias, achei na internet esse mapa, ali em cima, do metrô de NY feito com filmes. Falando sobre ele, um amigo indicou o Mapa Literário de NY. Adorei as iniciativas.

sábado, junho 20, 2009

Como anda o seu tempo?

Acabei de assistir a esse vídeo do Lucas Levitan. Legal para pensar como está o nosso ritmo e o nosso tempo:

Time Racing from Lucas Levitan on Vimeo.

Sem lenço, sem documento

Olha o absurdo: recentemente fiz uma viagem só com bagagem de mão. Para evitar filas, fiz um e-checkin, naqueles computadores que ficam na frente da companhia aérea. Só que, em função disso, fui e voltei sem precisar apresentar nenhum documento. Não é no mínimo estranho?

sábado, junho 13, 2009

A última do Bô

Eu nem sabia que gato sentava... O Bô até anda dormindo assim...




Mais umas fotos dos bichanos: