terça-feira, julho 22, 2008
Primeira Geração
Está passando na RBS TV, aos sábados 12h30, a série Primeira Geração. São seis histórias (cada uma se passa em uma região do estado) com elenco infantil-infanto-juvenil, em resumo crianças de 8 a 11 anos. Apesar dos protagonistas serem crianças são histórias para adultos. São pequenos recortes do cotidiano dessas crianças, que estão na tela. No final das contas, a série acaba mostrando que o mundo que as crianças vivem é literalmente o nosso, apesar dos pontos-de-vista sobre ele serrm diferentes. A idéia da série é do Rafa Figueiredo, que também é um dos diretores ao lado do Márcio Schonardie. Os roteiros foram escritos por mim (Ana, Kata e Ramiro) e pela Cris Gomes (Marino, Guido e Gaspar e Catarina). Ainda tem mais três episódios. O dessa semana é o Catarina. Neste link do site do ClicRBS pode-se ver os episódios que foram ao ar, conhecer as equipes, ver fotos das gravações etc.
domingo, junho 08, 2008
Sex and the city
Gurias! Assistam Sex and the City. É um filme de uma série que funciona e não fica chato. Além disso é bbbeeeeeemmmm divertido. Ótimo para um programa light.
terça-feira, junho 03, 2008
Um livro muito legal de um sapo que não gostava de água

O sapo Zefirelo é um livro feito por um engenheiro nas noites de contação de histórias para a sua filha. O Péricles marido da Sandra Simon, não só escreveu a história, mas teve peito e entusiasmo para levar o projeto adiante e presentar a Bibi no seu aniversário de 5 anos. Mas, acabou presenteando não só a Bibi e sim a várias crianças com uma edição linda de um livro muito simpático. Eu fiz o projeto gráfico e a Carla Pilla, as ilustrações. O livro é uma edição independente, mas já pode ser comprado na Cultura (link ali do lado). Olha o texto que a Sandra escreveu e está no final do livro:
"O Sapo Zefirelo nasceu em uma daquelas noites em que a Gabriela, aconchegada no colo do pai, ouvia histórias inventadas na hora de dormir. A história do Zefirelo rendeu várias noites: novas situações foram surgindo, novos detalhes foram criados, alguns desenhos foram feitos. Aí veio a idéia de fazer um livro. É o primeiro livro do Péricles, um engenheiro que nunca pensou em escrever histórias para crianças. A Carla Pilla, ilustradora, foi convidada para essa aventura e desenhou o Zefirelo e sua turma. E a Gabriela pode agora compartilhar com muitos amiguinhos a história que o pai inventou para ela".
Divirtam-se!
terça-feira, maio 13, 2008
Cinema
Últimos filmes que vi: O sonho de Cassandra e Três vezes amor. No primeiro caso, o título é bem melhor que o filme. No segundo, a menina (mesma do pequena miss sunshine) é muito boa atriz.
segunda-feira, abril 28, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
Campo Coletivo





A Feris me mandou essas imagens da exposição Campo Coletivo, em cartaz no Maria Antonia, em São Paulo. Ela e a Gabi Motta são as curadoras. A exposição é resultado de um ano de trabalho das gurias com cinco coletivos brasileiros: Poro (Belo Horizonte), Cine Falcatrua (Vitória), Laranjas (Porto Alegre), GIA (Salvador) e Espaço Coringa (São Paulo). Além de apresentar alguns trabalhos novos, a exposição traz ainda uma seleção de trabalhos gráficos dos coletivos. Esses trabalhos podem ser copiados em uma máquina de xerox, instalada no local. Também tem um gravador de dvd para quem quiser copiar os vídeos dos coletivos. Fiz uma entrevista com as duas curadoras para o site da Fundação Iberê Camargo. Para ler, clique aqui. Fico louca de vontade de ver a exposição, mas não sei se vou poder ir para São Paulo nesse período.
sexta-feira, abril 11, 2008
Jogo de Cena
Dia desses vi Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, queria ter escrito logo, para não perder o fio da meada. Mas, não deu. Então, vamos ver o que sai. Gostei bastante do filme, porque acho que ele levanta muitas questões. Não li absolutamente nada sobre o filme. Talvez as minhas questões já tenham sido respondidas, mas vamos lá.
A primeira delas é se o filme funciona porque foi feito pelo Coutinho e faz bastante sentido na evolução da carreira dele ou se o filme funcionaria se fosse dirigido por outro diretor. A simplicidade do cenário e ao mesmo tempo a força simbólica do palco de teatro são muito fortes no filme. Mas, o que eu acho mais essencial é esse embaralhamento do real e do ficcional. Apesar de que, a partir do momento que se coloca tudo num palco, tudo passa a ter um tom de drama.
A segunda reflexão seria sobre o conteúdo das entrevistas. A escolha certamente foi intencional e nos leva na direção de pequenos ou grandes dramas da vida de mulheres comuns. Me parece que todas ou quase todas elas passaram por situações bastante difíceis ou pertubadoras. Isso, de certa forma, diminui bastante o caráter de cotidianeidade (será que existe essa palavra?) dos depoimentos e os coloca num patamar mais cênico. Mas, confesso, que na seqüência do filme, esses dramas passam a me incomodar um pouco. Fico pensando se não teria alguma história mais comum e menos "sofrida", mas também interessante. Dentro disso, sempre penso e essa é das questões mais velhas que existem, o que leva as pessoas a querer contar aquelas histórias. Será que seus dramas diminuem com a exposição pública? Também penso no que leva um diretor em querer contá-las. Eu sei que tudo isso é meio ingênuo, mas vá lá.
Eu considero um dos pontos altos do filme a reflexão que as atrizes fazem de seus processos. A Fernanda Torres tem dificuldade na representação. Ela diz que em um personagem de ficção pode-se chegar em um limite mais baixo, mais razoável na interpretação e isso funcionar. Mas, que quando se tem um personagem real, tridimensional, a coisa complica, porque o ator está sempre se confrontando com aquela experiência, de fato vivida, e também imagino eu, na forma de contar a tal experiência. É legal também o pensamento da Marília Pêra sobre o choro na ficção e no real. E, é legal também como isso se inverte na narrativa.
Outra coisa que me chamou atenção foi que muitos dos conflitos sejam interiores ou exteriores, se resolvem nos sonhos dos persongens. Não entendo de teoria da psicologia, mas isso é bastante evidente no filme.
Enfim, isso é apenas um começo de conversa. Acho que Jogo de Cena é um filme para ser visto. Agora. Enquanto ainda está no cinema.
A primeira delas é se o filme funciona porque foi feito pelo Coutinho e faz bastante sentido na evolução da carreira dele ou se o filme funcionaria se fosse dirigido por outro diretor. A simplicidade do cenário e ao mesmo tempo a força simbólica do palco de teatro são muito fortes no filme. Mas, o que eu acho mais essencial é esse embaralhamento do real e do ficcional. Apesar de que, a partir do momento que se coloca tudo num palco, tudo passa a ter um tom de drama.
A segunda reflexão seria sobre o conteúdo das entrevistas. A escolha certamente foi intencional e nos leva na direção de pequenos ou grandes dramas da vida de mulheres comuns. Me parece que todas ou quase todas elas passaram por situações bastante difíceis ou pertubadoras. Isso, de certa forma, diminui bastante o caráter de cotidianeidade (será que existe essa palavra?) dos depoimentos e os coloca num patamar mais cênico. Mas, confesso, que na seqüência do filme, esses dramas passam a me incomodar um pouco. Fico pensando se não teria alguma história mais comum e menos "sofrida", mas também interessante. Dentro disso, sempre penso e essa é das questões mais velhas que existem, o que leva as pessoas a querer contar aquelas histórias. Será que seus dramas diminuem com a exposição pública? Também penso no que leva um diretor em querer contá-las. Eu sei que tudo isso é meio ingênuo, mas vá lá.
Eu considero um dos pontos altos do filme a reflexão que as atrizes fazem de seus processos. A Fernanda Torres tem dificuldade na representação. Ela diz que em um personagem de ficção pode-se chegar em um limite mais baixo, mais razoável na interpretação e isso funcionar. Mas, que quando se tem um personagem real, tridimensional, a coisa complica, porque o ator está sempre se confrontando com aquela experiência, de fato vivida, e também imagino eu, na forma de contar a tal experiência. É legal também o pensamento da Marília Pêra sobre o choro na ficção e no real. E, é legal também como isso se inverte na narrativa.
Outra coisa que me chamou atenção foi que muitos dos conflitos sejam interiores ou exteriores, se resolvem nos sonhos dos persongens. Não entendo de teoria da psicologia, mas isso é bastante evidente no filme.
Enfim, isso é apenas um começo de conversa. Acho que Jogo de Cena é um filme para ser visto. Agora. Enquanto ainda está no cinema.
quarta-feira, março 12, 2008
domingo, março 09, 2008
Mais Portugal
Esta é uma das pontes que liga Porto com Vila Nova de Gaia. Chama-se Ponte Dom Luís I.
Descarga
Uma coisa que me chamou atenção em Portugal é que lá não se puxa a descarga, mas sim se gira.
Torta de Banana
Na sexta, eu e o Fred fomos almoçar no Machry, na Zona Sul. A comida é boa. Não é vegetariana, mas eles não misturam carne nas outras comidas - o que a maioria dos restaurantes fazem (uma mania sem igual de usar carne para temperar). Mas, enfim, o que interessa é que eles tem uma sobremesa imbatível: torta de banana. Mas, não saia imaginando uma torta de banana igual a todos que você já comeu. Essa tem uma massa bem fininha, usa bananas cruas, cobertas com muito doce-de-leite e, por cima, uma cobertura de chantilly caseiro. É imbatível.
quarta-feira, março 05, 2008
Porto
Estive no Porto, Portugal, por quase quatro dias em janeiro. Foi quase por acaso. Surgiu uma viagem para Madri, para cobrir a ARCO, pelo MinC/Site da Fundação Iberê Camargo e acabei fazendo escala no Porto. Eu não sabia muito o que esperar e me encantei com a cidade. É uma cidade que tem muitas caras: cara de porto, cara de Europa, cara de Portugal, cara de praia. E, cada uma delas tem suas singularidades. O legal é que não há muito o que fazer ali, mas é preciso tempo para curtir. O vinho da casa em qualquer restaurante ou mesmo padaria é ótimo, come-se bem e barato, em comparação com o resto da Europa, as pessoas são simpáticas e o atendimento é sempre bom. Fiquei num hotel chamado Castelo Santa Catarina, que era realmente um castelo e foi transformado em hotel. Os banheiros ainda têm azulejos pintados e os quartos, salas e outras dependências lustres e papéis de parede trabalhados. Fiquei com muita vontade de voltar para Porto com mais tempo e aproveitar e esticar a viagem por Portugal.
Tem várias fotos do Porto no meu Flickr.
domingo, março 02, 2008
Juno
Ontem fui ver Juno. Chuva, shopping lotado, muito barulho, cinema lotado - fila pra comprar ingresso, fila pra entrar na sala. Parecia São Paulo. Mas, valeu cada minuto. O filme é realmente muito bom: leve, delicado e engraçado. O roteiro arrisca e não escorrega, a foto e a arte estão supersintonizados com o clima do filme e os atores estão muito bem. É, com certeza, dos melhores filmes que eu vi nos últimos meses. Ah, e tem a trilha, que é excelente. No Youtube, tem o comecinho:
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Colocando a vida em dia
Fiquei muito tempo sem escrever. Então, tem coisas atrasadas. Mas, finalmente, atualizei o Flickr com fotos da viagem para os Lagos Andinos (Patagônia Light do Chile e da Argentina), que eu e o Fred fizemos no Natal e Ano Novo. É difícil descrever a viagem, mas trata-se de um lugar com uma paisagem única, que absorve a maior parte da atenção. Ao contrário da maioria das viagens de fim-de-ano, li muito pouco nessa. Toda a energia fica focada nessa coisa da paisagem e na interação com a natureza. Quanto mais preparo físico melhor. Chegamos a fazer um passeio de bicicleta de 30km e algumas caminhadas maiores. Mas, ainda assim, faltou preparo para mais. Chile e Argentina são bem diferentes, apesar da geografia da região ser bem parecida. Não sei dizer qual é o melhor, mas eu voltaria certo. Da próxima vez para a Patagônia gelada mesmo. A paisagem de branco intenso deve ser incrível.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Pássaros na Dois Pontos 2
O vídeo Pássaros foi premiado na Paralela Mostra Catálogo da Dois Pontos. O júri foi composto por Moacir dos Anjos, Juliana Monachesi e Oriana Duarte. A Dois Pontos é uma revista/portal sobre artes feita em Recife. Para ver o vídeo, basta acessar este link.
terça-feira, janeiro 22, 2008
Um pouco do Chile
Ainda não organizei nada da viagem ao Chile e à Argentina. Por enquanto, dá para ir vendo dois pequenos vídeos feitos no vulcão Osorno. Voltei frustada de não ter conseguido subir até o cume do vulcão. Mas, para subir no Osorno é preciso ter conhecimentos técnicos de escalada.
O primeiro vídeo foi feito pelo Fred. O segundo, por mim. O lago que se vê se chama Llanquihue e é o maior do Chile. A montanha que se vê do outro lado é o Calbuco, um vulcão ainda em atividade.
O primeiro vídeo foi feito pelo Fred. O segundo, por mim. O lago que se vê se chama Llanquihue e é o maior do Chile. A montanha que se vê do outro lado é o Calbuco, um vulcão ainda em atividade.
Pássaros na Dois Pontos
O vídeo Pássaros está sendo exibido na Paralela Mostra Catálogo Dois Pontos. A Dois Pontos é uma revista digital dedicada à arte contemporânea, feita em Recife. É bem legal. Vale dar uma olhada no site.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Para se manter informado
O Núcleo de Especiais da RBS TV está mantendo sempre ativo o blog Bastidores da TV, no Clic RBS. Lá tem notícias das próximas séries e do que andam fazendo as pessoas.
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