domingo, maio 17, 2009

Bô e Nikita

O início foi complicado (ver vídeo de dois posts atrás), mas hoje em dia, eles se adoram!


segunda-feira, maio 11, 2009

Nikita e Bô

Pequeno vídeo do dia em que a Nikita chegou em casa. (foi no final de março)

domingo, maio 10, 2009

La mujer del viajero en el tiempo

Clare: Es duro quedarte siempre atrás. Espero a Henry; no sé dónde está y me pregunto si estará bien. Es duro ser la que queda.

Me mantengo ocupada. El tiempo transcurre más deprisa de ese modo.

Me voy a dormir sola, y sola me despierto. Doy paseos. Trabajo hasta agotarme. Observo el viento juguetear con los escombros que arrastan el invierno hasta la nieve. Todo parece simple hasta que piensas en ello. Por qué la ausencia intensifica el amor?

Hace mucho tiempo los hombres salían al mar, y las mujeres los esperaban, de pie junto a la orilla, escrutando el horizonte para divisar el dominuto barco. Ahora yo espero a Henry. Él se desvanece sin quererlo, de repente. Yo lo espero; y cada momento de esa espera lo percibo como un año, como una eternidad. Cada momento resulta tan lento y transparente como el cristal. A través de cada instante puedo ver infinitos alineados, aguardando. Por que se há marchado a dono yo no puedo seguirlo?

Henry: Que se siente? Qué se siente en la realidad?
A veses es como si tu atención errara durante tan solo un instante. (...)



Esse é o início do livro La mujer del viajero en el tiempo, de Audrey Niffenegger. É uma história de amor, em que Henry tem a capacidade ou incapacidade de viajar no tempo. Ele sempre lembra de tudo o que viveu. A história parece boba, mas é bem legal. Fala sobre espera, sobre entrega, entre outras coisas. Comprei esse livro no ano passado na Fnac em Madri. Eu li esse trecho e não resisti, tive que comprá-lo, mesmo sendo uma tradução do inglês para o espanhol. São aquelas pequenas oportunidades que aparecem e que se a gente não aproveita, já passaram. A autora é uma artista plástica americana. E, talvez o ritmo do livro, dê a idéia do tempo dilatado de uma videoarte, mas que faz todo sentido, porque também ficamos esperando as páginas passarem e as coisas acontecerem, assim como Clare espera Henry.

sexta-feira, maio 08, 2009

um texto

Ela sempre teve fascínio por línguas. Vivia repetindo que talvez fosse possível aprender por osmose. Não no sentido literal, claro. Mas dizia que se morássemos por um período em um país com uma língua muito diferente, só de ouvir e conviver, as relações poderiam ser estabelecidas e tudo ficaria claro.

Esquecer não posso do dia que cheguei com um alcorão. Seus olhos brilharam. Em menos de dois gestos, o livro deixou de ser meu e passou para as suas mãos. Ela olhava cada página com a atenção de quem está decifrando pistas de um tesouro. Aquelas folhas fininhas, delicadamente impressas pareciam ganhar novo sentido em suas mãos. Copiava os desenhos, tentava estabelecer as tais relações.

Decidiu que precisava ouvir alguém recitando as linhas e foi para Omã. Voltou sem palavras. Disse que a osmose não funcionara. E, foi justamente esse o motivo de seu encanto.

terça-feira, maio 05, 2009

Utopia de idiorritmia

"Sem dúvida o problema mais importante do Viver-Junto: encontrar e regular a distância crítica, para além e para aquém da qual se produz uma crise".

"A tensão utópica - que jaz no fantasma idiorrítmico - vem disto: o que é desejado é uma distância que não quebre o afeto ("pathos das distâncias: excelente expressão). (...) Alcançaríamos, aqui, aquele valor que tento pouco a pouco definir sob o nome de "delicadeza" (palavra um tanto provocadora no mundo atual). Delicadeza seria: distância e cuidado, ausência de peso na relação, e, entretanto, calor intenso dessa relação. O princípio seria: lidar com o outro, os outros, não manipulá-los, renunciar ativamente às imagens (de uns, de outros), evitar tudo o que pode alimentar o imaginário da relação = utopia propriamente dita, porque forma do Soberano Bem".

Dois trechos do livro Como viver junto, do Barthes. Achei tudo bem interessante.

segunda-feira, abril 27, 2009

Kiko Goifman


Para quem estiver por aqui no feriado. Kiko Goifman está lançando o seu Filmefobia, dia 1º de maio, aqui em Porto Alegre, no Unibanco Arteplex. O filme ganhou vários prêmios em Brasília.

quinta-feira, abril 23, 2009

Em Anexo

Em 2009, vou participar do Projeto Em Anexo, do Atelier Livre da Prefeitura, dando cinco palestras sobre cinema. O projeto tem coordenação de Ana Flávia Baldisserotto e Niura Legramante Ribeiro. Os encontros são sempre em segundas-feiras, às 19h. As inscrições podem ser feitas diretamente no Atelier Livre: Erico Verissimo, 307. Telefone: 3289 8057.

Aqui está a sinopse das palestras:

4 de maio
A linguagem cinematográfica
Uma conversa sobre a linguagem cinematográfica. Noções de seqüência, cena, plano, tomada. A narrativa, o tempo, a montagem.

8 de junho
O cinema de curta-metragem
Um olhar sobre o curta-metragem e a sua produção no RS, incluindo a produção de televisão. Reflexões sobre o papel do curta: exercício ou estética?

17 de agosto
Cinema e literatura
Quais são as possibilidades de diálogo entre o cinema e a literatura? Nesse encontro, vamos pensar sobre a adaptação de textos para o cinema.

14 de setembro
O documentário
Uma discussão sobre o cinema do real. Quais são os limites entre o documentário e a ficção? Filme para conversa: Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho.

19 de outubro
O cinema e a videoarte
Intersecções entre o cinema e a videoarte a partir do trabalho de artistas que embaralham suas fronteiras: Cão Guimarães, Miranda July, entre outros. A narrativa e o tempo.

Reciclagem

Recebi este e-mail da Gueibi. Achei BEM legal:

Pessoal,

Uma turma de Marketing Social do Senac está desenvolvendo um projeto de reciclagem de lixo eletrônico (aparelhos de TV, som, videocassete, DVD, aparelhos celulares, micros, teclados, mouses, carregadores, eletrodomésticos,...). Este projeto tem 3 benefícios: dar um destino a entulhos que temos em casa e não sabemos o que fazer; benefício ao planeta, pois todos estes produtos têm componentes tóxicos, que contaminam o solo e as pessoas, além de demorarem séculos para se decompor; e ajudar uma cooperativa de reciclagem, constituída por 45 famílias, ex-moradores de rua, que vivem exclusivamente da coleta de lixo. Acho que são três excelentes motivos para você doar algo que esteja ocupando espaço na sua casa e repassar este email para todos os seus contatos.

A campanha será realizada de 13 a 24 de abril de 2009.

Postos de coleta: Senac, Coronel Genuíno 130 e 358. Centro, POA.

quinta-feira, abril 09, 2009

Nikita



Essa é a nova habitante da casa. Uma mini-gata de um mês e meio, que nós adotamos para fazer companhia para o Bô. Depois de alguns dias complicados de adaptação entre os bichanos, agora eles já brincam juntos, comem juntos e se divertem...

Bolota & Chumbrega

Bolota & Chumbrega é um projeto de série de animação infantil que eu estou envolvida e foi selecionado no AnimaTV para a etapa de desenvolvimento de projeto e piloto. Na divulgação, abaixo, dá para ter uma idéia dos desenhos fofos que a Carla está fazendo, misturando técnicas de colagem e desenho propriamente dito. Na história, uma gata de rua, um cachorro e um hamster de apartamento viajam em busca de descobertas gastronômicas.


segunda-feira, março 16, 2009

Sonhos e pesadelos

Passei a noite sonhando com o livro. Também não poderia ser diferente. Acabei de lê-lo na madrugada. O livro é forte, intenso, duro – todas essas características são positivas, deixo claro. Trata-se de “O Filho da Mãe”, de Bernardo Carvalho. O livro faz parte da coleção Amores Expressos, que levou escritores a residências em diversas partes do mundo.

Nesse caso, a residência foi em São Petersburgo, na Rússia. Diferente dos outros livros do autor que li, em que as situações são resolvidas apontando para algo positivo (não se trata de otimismo, mas de resoluções positivas para os personagens), neste não: o amor destrói, assim como a guerra. Mas o amor também é o principal ponto de confluência entre os personagens. Um amor necessário, que faz com que todos tomem decisões por vezes equivocadas, por outras desesperadas, mas sempre evidenciando sua fraqueza frente ao mundo, e que acaba por se desintegrar em meio a uma Rússia de mães desesperadas em salvar seus filhos da guerra contra a Tchetchênia.

O livro tem uma narrativa ágil e organizada por capítulos que vão contando a trajetória de dois personagens, um russo e um tchetcheno, Andrei e Ruslan, dois jovens de idades similares, que acabam por se encontrar numa São Petersburgo violenta e fria.

Acabei de ler o blog do projeto. Tem muito a ver com o clima do livro. Imagino o quão difícil foi falar de amor nesse contexto.

domingo, março 01, 2009

Punta del Diablo






Nesse feriado de Carnaval mudamos o tradicional destino de Santa Catarina e fomos para Punta del Diablo, que é uma das primeiras praias do Uruguai depois do Chuí. A praia de pescadores está crescidinha, com uma certa estrutura, mas mantém vários aspectos de praias pouco habitadas. Isso traz um pouco de estrutura básica para quem vai (casas, chalés, hostal, hotel, minimercados, alguns restaurantes, sorveteria, padaria), aliado a um bom descanso longe das multidões.

A viagem de carro ou ônibus para o Uruguai é sempre animadora (detalhe: não tem ônibus direto para Punta Del Diablo. Nós fomos de carro): estradas em boas condições, com movimento razoável e uma paisagem inspiradora do sul - pastagens, céu que parece tocar o chão, horizonte sempre visível e distante.

Ao chegar em Punta del Diablo, o que mais chama a atenção é a arquitetura. Esquisitíssimas, as casas não parecem obedecer ruas. Estão viradas em todos os sentidos. O que poderia parecer um emaranhado de caixotes, se diferencia pelas cores e abundâncias de janelas envidraçadas com vistas para o mar ou para a paisagem. Um charme.

O povoado tem três praias, que são divididas pela "Punta del Diablo" propriamente dita - uma reentrância de pedras no mar. Para a direita, fica a praia de La Viuda, com pôres do sol incríveis. Para a esquerda, estão a Praia dos Pescadores e a Praia del Rivero. A praia de la Viuda e a praia del Rivero são grandes, de mar aberto, mas ao fundo delimitadas por bonitas pedras. O mar é agitado, bom para o surf, eu imagino.

Uma caminhada informal pelas pedras do fim da praia del Rivero nos revelou uma outra praia, ainda maior, e de mar mais calmo, que possibilita inclusive nadar e boiar tranquilamente. É a Praia Grande, que já não faz mais parte de Punta del Diablo e sim de Santa Tereza.

O clima em fevereiro é bom, com manhã e noites frias, recheadas de dias quentes, bons para a praia. Nós pegamos dois dias de muita chuva e frios e três dias de sol. Conversando com o pessoal local, parece que janeiro tem mais vento e março é muito bom, porque há uma mudança na maré que deixa a água mais quente. Nessa época, chegam os turistas americanos, que buscam a paz do período pós-férias.

Postei algumas fotos no Flickr. Dessa vez não fiz muitas. Estava a fim de descansar. Para mais informações sobre a praia, inclusive hospedagem, o site Portal del Diablo é ótimo.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Doe alimentos

No site do Banco de Alimentos, com um clic, você doa alimentos. Bem legal!

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Chá

Eu amo chás! São saborosos, cheirosos, inspiradores, relaxantes.

E, o site Adagio Teas é uma perdição.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Dia:Beacon









Em novembro, quando eu fui para Nova York, um dos lugares que eu visitei e que mais me impressionou foi a Dia:Beacon, tanto em termos obras expostas, quanto de modelo de instituição e também de espaço e arquitetura. Escrevi esse texto para o site da Fundação Iberê Camargo sobre isso. Reproduzo-o aqui embaixo:

Dia:Beacon

Localizada às margens do rio Hudson, a 80 minutos de Nova York, a Dia:Foundation mostra seu acervo de obras de grande dimensão de artistas dos anos 1960 e 1970

A visita começa bem antes – ainda na Estação Central de Nova York, enquanto o visitante espera pelo trem. A beleza da estação encanta. O trem que vai para Beacon é pontual e desliza vagarosamente às margens do rio Hudson. Uma paisagem de encher os olhos e esvaziar a cabeça. Um momento de introspecção que prepara a visita. Uma hora e pouco depois se chega a Beacon. A Dia:Beacon, um braço da Dia:Foundation, talvez o maior deles, fica a cinco minutos de caminhada da estação.

O prédio, que reflete a típica arquitetura industrial do início do século passado, foi construído na década de 20 para abrigar uma fábrica da Nabisco. O dono mais recente da antiga fábrica foi a International Paper, que a doou para a Dia:Foundation. Às margens do Hudson, o enorme pavilhão se relaciona com o entorno através de grandes aberturas envidraçadas e de um jardim, projetado pelo artista Robert Irwin, que também desenhou todo o interior da Fundação. Graças a isso, muitas obras de alguma maneira também se relacionam com o exterior e a paisagem. Outro dado importante ligado à museografia é que a instalação das obras, sempre que possível, foi feita com a participação dos artistas.

Mas, talvez o que mais impressione ao entrar, seja a abundância de espaço e o conforto de estar nele, proporcionado pelo silêncio e por sofás confortáveis, que permitem o deixar-se estar em frente a uma obra por horas. Essa quebra, em relação aos museus concorridos e lotados de Nova York, ajuda a melhorar a experiência da visita e facilita o contato com as obras.

A Dia:Beacon foi aberta em 2003 com o objetivo de trazer para o público obras de grande porte da Dia:Foudation, que não podem ser mostradas em museus tradicionais pelas suas dimensões. A coleção tem um foco em artistas dos anos 60 e 70 e grande parte foi comprada ou mesmo financiada entre 1974 e 1983. No início dos anos 2000, outras obras foram incorporadas à coleção, mas sempre de artistas da mesma geração e com afinidade com os artistas já participantes da coleção. “Um diferencial da Dia é que ela financia e acompanha artistas individualmente”, esclarece Lynne Cooke, curadora da Fundação.

Um dos pontos altos da Dia é a coleção de minimalismo, que está em cartaz em Beacon. Artistas como Donald Judd, Dan Flavin, Michael Heizer e Fred Sandback podem ser vivenciados em amplas salas, que dão conta de mostrar um conjunto de obras significativas de suas produções. “Esses artistas acreditavam que para melhor entender os seus trabalhos o contexto em que eles estavam expostos seria fundamental. Não são trabalhos de arte conceitual, eles precisam ser experimentados fisicamente no tempo e no espaço ”, afirma Cooke.

Outro ponto imperdível da visita são as obras de Richard Serra: além de pequenas salas de trabalhos únicos, há um espaço dedicado a três esculturas monumentais do artista. Nessas esculturas é importante a experiência individual e solitária do visitante. Elas são grandes elipses irregulares, em que é possível entrar e vivenciar diferentes sensações, que vão da curiosidade ao medo.

A Dia:Beacon expõe ainda diversos trabalhos de um time de primeira linha, que inclui: Bernd and Hilla Becher , Joseph Beuys , Louise Bourgeois, John Chamberlain, Hanne Darboven, Walter De Maria, On Kawara, Imi Knoebel, Sol LeWitt, Agnes Martin, Bruce Nauman, Max Neuhaus, Blinky Palermo, Gerhard Richter, Robert Ryman, Robert Smithson, Andy Warhol e Lawrence Weiner.

A cada cinco anos as obras expostas são alteradas, mas os trabalhos mais significativos não são tirados de exibição. Algumas exposições temporárias de longa duração também são realizadas. Até setembro desse ano, por exemplo, pode ser vista a mostra Sol LeWitt, Drawing Series..., e, em maio, inaugura a exposição Antoni Tàpies – Works from 1960s and 1950s.

No site da Dia:Foundation é possível conhecer mais sobre a Fundação e suas outras sedes, espalhadas em Nova York e em outros lugares dos Estados Unidos. Entrando no link específico da Dia:Beacon pode-se ver algumas imagens dos trabalhos de cada artista e ler textos, em inglês, sobre suas trajetórias.

Um dia inteiro em Beacon deixa com vontade de voltar. A Dia:Beacon fecha às quatro da tarde. Hora de sair rumo à estação de trem. A viagem de volta é rápida. Mal dá tempo de assimilar tudo o que foi visto. Por outro lado, pode-se dizer que a viagem não tem fim, que ela vai criando conexões ao longo do caminho, em todos os outros museus e galerias que se visita ou num livro que se abre. Quando for a Nova York, não esqueça de incluir em sua agenda uma viagem a Beacon. Ou, planeje uma especialmente para isso. O conjunto de obras que está ali não pode ser visto em nenhum outro lugar.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Conchas

Que tal adotar uma concha por um ano e depois devolvê-la ao mar? É isso que propõe o projeto Adote uma Concha, da artista Melissa Flôres:

"Em dezembro de 2008, foi lançado em Porto Alegre o projeto Adote uma Concha. Sob coordenação da artista Melissa Flôres, a idéia é devolver ao litoral sul 186 conchas. Essa amostragem foi recolhida da Praia dos Amores no litoral de Santa Catarina, devido à diminuição das populações de conchas, provocada por alterações na natureza, como o estreitamento das faixas de areia e ocupação urbana de espaços naturais.

A idéia é que as conchas tenham pais adotivos, que podem ficar até um ano com a concha e devem devolvê-la ao mar. É possível escolher o tamanho e a cor da concha. Ainda há cerca de 30 conchas esperando adoção.

Mais informações sobre as conchas e o projeto podem ser obtidas no site do projeto. Quem quiser adotar uma concha, pode entrar em contato pelo e-mail adote.uma.concha@gmail.com
"

Eu estou pensando seriamente em adotar uma.

sábado, janeiro 17, 2009

Uma história muito boa

Na semana passada, eu participei de uma encontro com o público na Arena. No dia seguinte, eu recebi um e-mail com uma história muito boa sobre o curta com o Philip Glass. Publico aqui na íntegra:

Olá, Camila
Assisti ao evento na Arena, na sexta feira, e queria, em primeiro lugar, te parabenizar pelos teus trabalhos, gostei muito... Gostaria de ter falado contigo no dia, mas achei que não era algo que interessaria aos demais presentes, e ao final realmente tinha que sair logo. Entretanto, queria te contar essa história, que bem dava um filme (ou pelo menos um conto)!
Bem, trabalho há algum tempo em uma área de intersecção entre dois campos da minha formação: a psicanálise e a música, fazendo algumas atividades com bebês. Portanto, ao comparecer ao evento, o teu trabalho sobre Philip Glass me interessava particularmente. Já ao início, a associação entre os fios de luz e uma pauta me pareceu bastante interessante, pois eu (como acredito que outras pessoas ligadas à música também fazem) desde criança ando pelas ruas distribuindo canções entre postes de luz, usados como barras de compasso. Qual não foi minha surpresa, entretanto, ao ver aquele piano à deriva no Guaíba, pois já o conhecia de outras eras e a cena desvendava um mistério familiar!
Há alguns meses, estava na casa dos meus pais, de onde se tem uma vista espetacular do Guaíba, às voltas com minha filha recém nascida, quando a senhora que trabalha com eles começou a andar pela casa dizendo estar vendo um piano no meio do rio. Depois de ter morado lá quase toda a vida, vimos muitos tipos de barcos e navios passando, além de outras coisas extraordinárias, mas realmente, um piano, nunca. Então, ninguém deu muita bola, achando tratar-se de algo com formato semelhante, ou uma associação qualquer dela, que também convive com o piano da casa há muito tempo. Mas quando levantei os olhos do berço, vi de fato um piano, o teu piano! Aí fui buscar a câmera, que estava lá para fotografar o bebê, a fim de ver melhor, com o zoom, e registrei a passagem do piano, dado o insólito da cena! E o quanto ela estava relacionada ao meu momento... Foi uma pena que não consegui fotografar antes de o piano entrar no Veleiros! Mas as fotos estão, agora, entre outros milhares de fotografias de bebê, e apesar da qualidade e resolução serem baixas, resolvi te enviar, pois duvido que tenhas documentado o documentário deste ângulo da cidade!!!
Abraço
Ana Paula Stahlschmidt




sábado, janeiro 10, 2009

Bô

Eu sei que parece papararicagem pura. E, é mesmo. O Bô é uma amor e está cada dia descobrindo uma coisa nova.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Conversa

Na sexta, dia 9, vou participar do Programa de Verão da Arena, mostrando três filmes e conversando com o público. O encontro é às 18h, com entrada gratuita.

Vou mostrar: Intimidade (35mm, 2004), É pra Presente (Histórias Curtas, 2006) e What are you looking for? – Philip Glass (HDV e Super 8, 2008). São todos curtas, os dois primeiros são ficção e o do Philip Glass é um documentário.

Estão todos convidados. A Arena fica na João Telles, 379/102, em Porto Alegre.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

5 de janeiro

Nada como uma manhã de sol para começar efetivamente o ano.

domingo, janeiro 04, 2009

Mais Bô

Ele dá mais trabalho do que eu imaginava. Mas é uma bola de pêlo adorável:

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Um novo habitante

Ele é uma bola de pêlos branca, muito comilão, muito dorminhoco e muito fuzarquento. Com vocês...

Bô:

terça-feira, dezembro 30, 2008

4 Destinos - Fim

Aqui está o último episódio de 4 Destinos. Ele foi exibido no último domingo:

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Lili na RBS TV no dia 27



O curta Tratado de Liligrafia vai abrir o Curtas Gaúchos desse ano na RBS TV. Ele será exibido no dia 27, às 12h20. Ele foi feito com recursos do Edital Curta Criança do MinC/TVE em 2008.

O curta é inspirado no universo infantil de Mario Quintana e conta a história de Lili, uma menina de 9 anos, que passa um fim-de-semana com o avô e a empregada, porque os pais vão viajar. Sem saber o que fazer com a neta, que está entediada e emburrada, o avô passa a noite criando um jogo lúdico, que envolve poesias e tarefas, inspiradas no mundo de Mario Quintana. Os dois começam a brincar, mas o avô passa mal. Lili, então, assume o comando da brincadeira. A direção é do Fred e o roteiro meu, dele e da Ivana. A produção foi uma parceria entre a Armazém de Imagens e a Okna.

Ficha técnica
Elenco: Luiz Paulo Vasconcellos, Nadya Mendes, Clemente Viscaíno e a atriz mirim Caroline Guedes / Direção: Frederico Pinto / Roteiro: Camila Gonzatto, Frederico Pinto, Ivana Verle / Produção: Aletéia Selonk / Direção de Produção: Jéssica Luz / Direção de Fotografia: Maurício Borges de Medeiros / Direção de Arte: Luis Roque / Figurino: Carolina Sudati / Maquiagem: Baby Marques / Som Direto: Gabriela Bervian / Montagem: Kiko Ferraz / Música: Everton Rodrigues / Edição e Mixagem de Som: Kiko Ferraz / Ilustração: Carla Pilla / Animador: José Maia / Preparação de elenco: Camila Gonzatto / Still: Flávio Dutra / Projeto Contato / Assistente de Direção: Janaína Fischer / Continuísta: Edson Gandolfi

4 destinos - Blumenau

Ontem foi ao ar o episódio de Blumenau de 4 Destinos. Aqui está o vídeo:



No próximo domingo, vai ao ar o último episódio, que foi o que eu dirigi. Quem estiver no Rio Grande do Sul, pode assistir depois do Teledomingo.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Times Square

Só estando lá dá para realmente entender o impacto que causou a frase Proteja-me do que eu desejo, da Jenny Holzer, sendo veiculada em um desses painéis eletrônicos.

4 Destinos

A série continua... no domingo passado foi ao ar o episódio da Antonia. Ela vive em Caxias e estuda Moda. Aqui está o vídeo:



No domingo que vem (sempre depois do Teledomingo), será o episódio do Ian, que vive em Blumenau.

sábado, dezembro 13, 2008

NY




Em novembro, passei 15 dias em Nova York visitando museus. Publiquei algumas fotos da cidade no meu Flickr. A cidade tem um ritmo bem forte e muito concreto. De alguma maneira, acho que o que salva ela é o Central Park e os rios em volta.

Entre tudo o que eu vi, acho que a experiência mais forte foi a Dia:Beacon, uma das sedes da Dia Foundation, que abriga trabalhos de grande porte, como esculturas de Richard Serra e Michael Heizer, e muitas obras de minimalistas, como Donald Judd, Dan Flavin, Fred Sandback, entre outros. O lugar é muito legal porque tem muito espaço para ver os trabalhos e confortáveis sofás no meio das salas expositivas. A viagem de Nova York para Beacon é feita de trem, dura 1h30 e tem uma paisagem incrível.

Sem dúvidas, Nova York é uma cidade para voltar muitas vezes.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

4 destinos na TVCom

Pra quem não viu na TV e não quer ver na internet: O episódio 1 de 4 Destinos vai reprisar no sábado, dia 13, às 22h, na TVCom.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

4 Destinos

Bah... me atrasei para postar isso aqui. Mas, ontem estreou na RBS, com transmissão digital, a série 4 Destinos. Eu escrevi os roteiros com a Cris Gomes e dirigi o último episódio, que vai ao ar no dia 28 de dezembro. A idéia geral é contar a história de uma família que vive toda separada: mãe/Luiza, que é de Floripa, está em POA; pai/Fernando, que é de POA está em Floripa; filho/Ian vive em Blumenau; e, filha/Antonia em Caxias do Sul. Temas cotidianos sem muita dramatização vão mostrando como a distância e a proximidade atuam nas pessoas e que muitas vezes esses conceitos são mais abstratos do que a gente pensa.

Aqui embaixo, episódio 1, Florianópolis, dirigido pelo Fred.



Mais detalhes estão no site 4 Destinos.

domingo, novembro 09, 2008

Carta a D.

Incrivelmente belo. A descoberta de si mesmo pelo outro. E o reconhecimento disso.

20h23



O entardecer em Porto Alegre num dia desses.

Itaimbezinho



No Itaimbezinho, em setembro.

quarta-feira, outubro 29, 2008

o compositor, o piano e o rio




Foi lançado ontem na internet o documentário What are you looking for?, que eu fiz com o Philip Glass. Ele foi todo rodado em Porto Alegre, no dia 1º de setembro, quando Mr. Glass esteve aqui participando do Fronteiras do Pensamento. A montagem é de Alfredo Barros, fotografia de Glauco Firpo, super 8 de Christian Schneider, direção de produção de Katia Samara, som de Léo Bracht, com a produção da V2 (Davi Pinheiro e Letícia de Cássia). As fotos acima são de Luciano Amaro Valério.

Os links para assistir são:

com legendas
http://www.v2cinema.com.br/ensaiosvisuais/index.php

sem legendas
http://www.v2cinema.com.br/index.php

domingo, agosto 17, 2008

uma foto, uma ponte



Ponte de Ferro, em Blumenau/SC.

terça-feira, julho 22, 2008

Primeira Geração

Está passando na RBS TV, aos sábados 12h30, a série Primeira Geração. São seis histórias (cada uma se passa em uma região do estado) com elenco infantil-infanto-juvenil, em resumo crianças de 8 a 11 anos. Apesar dos protagonistas serem crianças são histórias para adultos. São pequenos recortes do cotidiano dessas crianças, que estão na tela. No final das contas, a série acaba mostrando que o mundo que as crianças vivem é literalmente o nosso, apesar dos pontos-de-vista sobre ele serrm diferentes. A idéia da série é do Rafa Figueiredo, que também é um dos diretores ao lado do Márcio Schonardie. Os roteiros foram escritos por mim (Ana, Kata e Ramiro) e pela Cris Gomes (Marino, Guido e Gaspar e Catarina). Ainda tem mais três episódios. O dessa semana é o Catarina. Neste link do site do ClicRBS pode-se ver os episódios que foram ao ar, conhecer as equipes, ver fotos das gravações etc.

domingo, junho 08, 2008

Sex and the city

Gurias! Assistam Sex and the City. É um filme de uma série que funciona e não fica chato. Além disso é bbbeeeeeemmmm divertido. Ótimo para um programa light.

terça-feira, junho 03, 2008

Um livro muito legal de um sapo que não gostava de água



O sapo Zefirelo é um livro feito por um engenheiro nas noites de contação de histórias para a sua filha. O Péricles marido da Sandra Simon, não só escreveu a história, mas teve peito e entusiasmo para levar o projeto adiante e presentar a Bibi no seu aniversário de 5 anos. Mas, acabou presenteando não só a Bibi e sim a várias crianças com uma edição linda de um livro muito simpático. Eu fiz o projeto gráfico e a Carla Pilla, as ilustrações. O livro é uma edição independente, mas já pode ser comprado na Cultura (link ali do lado). Olha o texto que a Sandra escreveu e está no final do livro:

"O Sapo Zefirelo nasceu em uma daquelas noites em que a Gabriela, aconchegada no colo do pai, ouvia histórias inventadas na hora de dormir. A história do Zefirelo rendeu várias noites: novas situações foram surgindo, novos detalhes foram criados, alguns desenhos foram feitos. Aí veio a idéia de fazer um livro. É o primeiro livro do Péricles, um engenheiro que nunca pensou em escrever histórias para crianças. A Carla Pilla, ilustradora, foi convidada para essa aventura e desenhou o Zefirelo e sua turma. E a Gabriela pode agora compartilhar com muitos amiguinhos a história que o pai inventou para ela".

Divirtam-se!

My blueberry nights

Uma doçura de filme.

terça-feira, maio 13, 2008

Cinema

Últimos filmes que vi: O sonho de Cassandra e Três vezes amor. No primeiro caso, o título é bem melhor que o filme. No segundo, a menina (mesma do pequena miss sunshine) é muito boa atriz.

segunda-feira, abril 28, 2008

Muita chuva!

Vamos todos virar sapos!

quarta-feira, abril 23, 2008

Twitter





Achei tão bonitos esses passarinhos. Eles estão na capa do Twitter. Acabei encontrando eles quando fui me cadastrar nessa ferramenta. Meu endereço é http://twitter.com/camila_gonzatto.

terça-feira, abril 15, 2008

Campo Coletivo







A Feris me mandou essas imagens da exposição Campo Coletivo, em cartaz no Maria Antonia, em São Paulo. Ela e a Gabi Motta são as curadoras. A exposição é resultado de um ano de trabalho das gurias com cinco coletivos brasileiros: Poro (Belo Horizonte), Cine Falcatrua (Vitória), Laranjas (Porto Alegre), GIA (Salvador) e Espaço Coringa (São Paulo). Além de apresentar alguns trabalhos novos, a exposição traz ainda uma seleção de trabalhos gráficos dos coletivos. Esses trabalhos podem ser copiados em uma máquina de xerox, instalada no local. Também tem um gravador de dvd para quem quiser copiar os vídeos dos coletivos. Fiz uma entrevista com as duas curadoras para o site da Fundação Iberê Camargo. Para ler, clique aqui. Fico louca de vontade de ver a exposição, mas não sei se vou poder ir para São Paulo nesse período.

sexta-feira, abril 11, 2008

Jogo de Cena

Dia desses vi Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, queria ter escrito logo, para não perder o fio da meada. Mas, não deu. Então, vamos ver o que sai. Gostei bastante do filme, porque acho que ele levanta muitas questões. Não li absolutamente nada sobre o filme. Talvez as minhas questões já tenham sido respondidas, mas vamos lá.

A primeira delas é se o filme funciona porque foi feito pelo Coutinho e faz bastante sentido na evolução da carreira dele ou se o filme funcionaria se fosse dirigido por outro diretor. A simplicidade do cenário e ao mesmo tempo a força simbólica do palco de teatro são muito fortes no filme. Mas, o que eu acho mais essencial é esse embaralhamento do real e do ficcional. Apesar de que, a partir do momento que se coloca tudo num palco, tudo passa a ter um tom de drama.

A segunda reflexão seria sobre o conteúdo das entrevistas. A escolha certamente foi intencional e nos leva na direção de pequenos ou grandes dramas da vida de mulheres comuns. Me parece que todas ou quase todas elas passaram por situações bastante difíceis ou pertubadoras. Isso, de certa forma, diminui bastante o caráter de cotidianeidade (será que existe essa palavra?) dos depoimentos e os coloca num patamar mais cênico. Mas, confesso, que na seqüência do filme, esses dramas passam a me incomodar um pouco. Fico pensando se não teria alguma história mais comum e menos "sofrida", mas também interessante. Dentro disso, sempre penso e essa é das questões mais velhas que existem, o que leva as pessoas a querer contar aquelas histórias. Será que seus dramas diminuem com a exposição pública? Também penso no que leva um diretor em querer contá-las. Eu sei que tudo isso é meio ingênuo, mas vá lá.

Eu considero um dos pontos altos do filme a reflexão que as atrizes fazem de seus processos. A Fernanda Torres tem dificuldade na representação. Ela diz que em um personagem de ficção pode-se chegar em um limite mais baixo, mais razoável na interpretação e isso funcionar. Mas, que quando se tem um personagem real, tridimensional, a coisa complica, porque o ator está sempre se confrontando com aquela experiência, de fato vivida, e também imagino eu, na forma de contar a tal experiência. É legal também o pensamento da Marília Pêra sobre o choro na ficção e no real. E, é legal também como isso se inverte na narrativa.

Outra coisa que me chamou atenção foi que muitos dos conflitos sejam interiores ou exteriores, se resolvem nos sonhos dos persongens. Não entendo de teoria da psicologia, mas isso é bastante evidente no filme.

Enfim, isso é apenas um começo de conversa. Acho que Jogo de Cena é um filme para ser visto. Agora. Enquanto ainda está no cinema.

quarta-feira, março 12, 2008

Fotos do Víctor

Nosso intercâmbio de imagens continua. Essas vieram do Canadá, onde o Víctor está morando.






domingo, março 09, 2008

Mais Portugal

Esta é uma das pontes que liga Porto com Vila Nova de Gaia. Chama-se Ponte Dom Luís I.

Descarga

Uma coisa que me chamou atenção em Portugal é que lá não se puxa a descarga, mas sim se gira.

Torta de Banana

Na sexta, eu e o Fred fomos almoçar no Machry, na Zona Sul. A comida é boa. Não é vegetariana, mas eles não misturam carne nas outras comidas - o que a maioria dos restaurantes fazem (uma mania sem igual de usar carne para temperar). Mas, enfim, o que interessa é que eles tem uma sobremesa imbatível: torta de banana. Mas, não saia imaginando uma torta de banana igual a todos que você já comeu. Essa tem uma massa bem fininha, usa bananas cruas, cobertas com muito doce-de-leite e, por cima, uma cobertura de chantilly caseiro. É imbatível.

quarta-feira, março 05, 2008

Porto




Estive no Porto, Portugal, por quase quatro dias em janeiro. Foi quase por acaso. Surgiu uma viagem para Madri, para cobrir a ARCO, pelo MinC/Site da Fundação Iberê Camargo e acabei fazendo escala no Porto. Eu não sabia muito o que esperar e me encantei com a cidade. É uma cidade que tem muitas caras: cara de porto, cara de Europa, cara de Portugal, cara de praia. E, cada uma delas tem suas singularidades. O legal é que não há muito o que fazer ali, mas é preciso tempo para curtir. O vinho da casa em qualquer restaurante ou mesmo padaria é ótimo, come-se bem e barato, em comparação com o resto da Europa, as pessoas são simpáticas e o atendimento é sempre bom. Fiquei num hotel chamado Castelo Santa Catarina, que era realmente um castelo e foi transformado em hotel. Os banheiros ainda têm azulejos pintados e os quartos, salas e outras dependências lustres e papéis de parede trabalhados. Fiquei com muita vontade de voltar para Porto com mais tempo e aproveitar e esticar a viagem por Portugal.

Tem várias fotos do Porto no meu Flickr.

domingo, março 02, 2008

Juno

Ontem fui ver Juno. Chuva, shopping lotado, muito barulho, cinema lotado - fila pra comprar ingresso, fila pra entrar na sala. Parecia São Paulo. Mas, valeu cada minuto. O filme é realmente muito bom: leve, delicado e engraçado. O roteiro arrisca e não escorrega, a foto e a arte estão supersintonizados com o clima do filme e os atores estão muito bem. É, com certeza, dos melhores filmes que eu vi nos últimos meses. Ah, e tem a trilha, que é excelente. No Youtube, tem o comecinho:

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Colocando a vida em dia

Fiquei muito tempo sem escrever. Então, tem coisas atrasadas. Mas, finalmente, atualizei o Flickr com fotos da viagem para os Lagos Andinos (Patagônia Light do Chile e da Argentina), que eu e o Fred fizemos no Natal e Ano Novo. É difícil descrever a viagem, mas trata-se de um lugar com uma paisagem única, que absorve a maior parte da atenção. Ao contrário da maioria das viagens de fim-de-ano, li muito pouco nessa. Toda a energia fica focada nessa coisa da paisagem e na interação com a natureza. Quanto mais preparo físico melhor. Chegamos a fazer um passeio de bicicleta de 30km e algumas caminhadas maiores. Mas, ainda assim, faltou preparo para mais. Chile e Argentina são bem diferentes, apesar da geografia da região ser bem parecida. Não sei dizer qual é o melhor, mas eu voltaria certo. Da próxima vez para a Patagônia gelada mesmo. A paisagem de branco intenso deve ser incrível.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Pássaros na Dois Pontos 2



O vídeo Pássaros foi premiado na Paralela Mostra Catálogo da Dois Pontos. O júri foi composto por Moacir dos Anjos, Juliana Monachesi e Oriana Duarte. A Dois Pontos é uma revista/portal sobre artes feita em Recife. Para ver o vídeo, basta acessar este link.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Um pouco do Chile

Ainda não organizei nada da viagem ao Chile e à Argentina. Por enquanto, dá para ir vendo dois pequenos vídeos feitos no vulcão Osorno. Voltei frustada de não ter conseguido subir até o cume do vulcão. Mas, para subir no Osorno é preciso ter conhecimentos técnicos de escalada.

O primeiro vídeo foi feito pelo Fred. O segundo, por mim. O lago que se vê se chama Llanquihue e é o maior do Chile. A montanha que se vê do outro lado é o Calbuco, um vulcão ainda em atividade.



Pássaros na Dois Pontos

O vídeo Pássaros está sendo exibido na Paralela Mostra Catálogo Dois Pontos. A Dois Pontos é uma revista digital dedicada à arte contemporânea, feita em Recife. É bem legal. Vale dar uma olhada no site.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Para se manter informado

O Núcleo de Especiais da RBS TV está mantendo sempre ativo o blog Bastidores da TV, no Clic RBS. Lá tem notícias das próximas séries e do que andam fazendo as pessoas.

domingo, dezembro 16, 2007

Pássaros na TVCom



A partir de segunda, dia 17, a TVCom vai exibir, nos intervalos da programação, os 32 mini-metragens pré-selecionados para participar do concurso nesse ano. O Pássaros vai passar, mas não sei quando.

Outro jeito de ver, é na internet. Ele está participando do festival ShortsnonStop, do Canadian Film Center.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Da janela da sala



Gravei esse vídeo no domingo passado, da janela da minha sala. Acho que era uma comemoração de final de ano antecipada. Foi um tempão de fogos. Só gravei o final. Feliz fim de ano! Feliz ano que vem!

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Gaveta dos Guardados

Esse é o título do blog da Feris (Fernanda Albuquerque). Ele tá novinho em folha e cheio de textos legais. A proposta dela é ir publicando textos que escreveu sobre artistas, exposições e tudo mais sobre artes visuais. Uma delícia!

terça-feira, dezembro 11, 2007

Arroz, muito arroz

Essa eu li no blog do Dudu. E, adorei! O Free Rice é um site que doa 20 grãos de arroz a pessoas pobres para cada significado de palavra que a gente acertar. É viciante. Dá pra ficar aprendendo um monte de sinônimos em inglês. Quer mesmo doar um monte de arroz? Dá uma olhada no dicionário antes de marcar as respostas.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Poesia pra viagem








Minipaisagens
As janelinhas do trem, ao longo da estrada, vão tirando sucessivos cartões-postais da paisagem, o que sempre é melhor do que a gente ficar no meio de um vasto panorama - como uma vaca no campo.
Mario Quintana

As fotos são de Cuba, em outubro do ano passado, em uma viagem com o Fred, Cris e Rafa para Trinidad. A foto da vaca é na EICTV.

domingo, dezembro 09, 2007

Diário de una directora primeriza

A Cláudia é uma amiga que conheci em Cuba. Jornalista, argentina, vive na Espanha há alguns anos. Ela fez o curso de roteiro comigo e agora está prestes a dirigir o seu primeiro documentário. Vai ser na Argentina, sobre o Chamamé. Em homenagem a isso, criou um blog: http://diariodeunadirectoraprimeriza.blogspot.com/, em que vai relatar a sua experiência.

Coisas de fim de ano

Tinha pensado em escrever alguma coisa hoje, mas acabei lendo os blogs dos amigos e respondendo e-mails. Tenho pensado em muitas coisas ultimamente. Mas, uma idéia que não me sai da cabeça é a vontade de subir num vulcão. Explico: vou pro Chile de férias e, desde que decidi isso, só consigo pensar no vulcão. Deve ser MUITO legal estar lá em cima e ficar vendo a paisagem.